![]() |
||||
|
Correios |
||||
|
Tradução:
Rui Lopes |
||||
|
Correios, o primeiro romance de Bukowski, é baseado na sua experiência como empregado dos Serviços Postais dos Estados Unidos ao longo de uma década, e foi publicado num momento em que o seu nome ascendia ao plano do reconhecimento literário universal. Ponto de partida ideal para qualquer leitor que se queira iniciar na prolífica obra de Bukowski, encontramos em Correios as qualidades dos seus restantes trabalhos. Repleto de cenas hilariantes, este romance é também um retrato fiel das frustrações de um funcionário público sofredor. As suas personagens, entre a ficção e a realidade, captam a essência e a universalidade do ser humano. |
||||
![]() |
||||
|
Livros e Cigarros |
||||
|
Tradução:
Paulo Faria |
||||
|
Qual a relação entre livros e cigarros? Como trabalham os críticos literários? Nestes textos, ora curiosos ora graves, mas sempre cativantes, são-nos narradas, por exemplo, as experiências de Orwell como alfarrabista (Memórias de um Livreiro), vemos explicadas algumas das suas posições políticas (Um, Dois, Esquerda ou Direita – O Meu País) e testemunhamos episódios marcantes da infância do autor no colégio St. Cyprian’s (Ah, Ledos, Ledos Dias). Neste último texto, percebemos, enfim, a génese do seu espírito indómito, a sua determinação em resistir à tirania e em manter a dignidade, numa palavra, a certeza de que os fracos têm direito a rebelar-se contra a ordem estabelecida. |
||||
![]() |
||||
|
George Orwell - Uma Biografia Política |
||||
|
Tradução:
Fernando Gonçalves |
||||
|
Nesta obra, Newsinger traça a evolução do pensamento político de Orwell, desde os tempos de polícia colonial na Birmânia, quando despertou para a violenta e cruel realidade do imperialismo, passando pelos seus dias de penúria em Paris e em Londres, até à sua morte. Revolucionário, feroz opositor do estalinismo, crítico do pacifismo de Ghandi, encontra-se neste retrato distanciado e bem documentado um Orwell menos conhecido do leitor comum, mas fundamental para a compreensão das suas concepções políticas, das suas obras literárias e das realidades que viveu. |
||||
![]() |
||||
|
Pullllllllllllllllllllllllll - Poesia Contemporânea do Canadá |
||||
|
Tradução:
John Havelda, Isabel Patim, Manuel Portela |
||||
|
Pullllllllllllllllllllllllll, Poesia Contemporânea do
Canadá pretende ser uma amostra da poesia canadiana de língua inglesa contemporânea, com incidência nas últimas três décadas. Nascidos
entre 1925 e 1966, os treze autores seleccionados
são muito diferentes entre si, abrangendo
cerca de três gerações – Robin Blaser, Christian Bök, Dionne Brand, Dennis Cooley,
Jeff Derksen, Robert Kroetsch, Karen Mac
Cormack, Steve McCaffery, Roy Miki, Erín Moure, bpNichol, Lisa Robertson e Fred Wah. Apesar das diferenças, parece ser possível encontrar alguns pontos de contacto nas suas poéticas individuais. Esses pontos de contacto foram provavelmente o que conduziu a esta selecção. Em todos os autores escolhidos é possível
reconhecer uma prática experimental de radical interpelação da linguagem e de abandono
de estratégias de significação fossilizadas.
Trata-se, por isso, de um projecto único, em Portugal, tanto enquanto antologia, como de tradução, de «uma poética que puxaaaaaaaaaa
aaaa a linguagem até ao limite». |
||||
![]() |
||||
|
Milton |
||||
|
Tradução:
Manuel Portela |
||||
|
Milton continua a publicação das obras de William Blake (1757-1827, artista e poeta), que a Antígona encetou em 1994, com a primeira edição de Cantigas da Inocência e da Experiência, sempre pela experiente e poética mão de Manuel Portela. |
||||
![]() |
||||
|
Crítica do Nacionalismo Económico |
||||
|
Tradução:
José Miranda Justo |
||||
|
Este volume inclui dois textos de Karl Marx: o primeiro é um dos seus escritos menos conhecidos, redigido em 1845, e, em rigor, uma crítica à obra de Friedrich List, O Sistema Nacional da Economia Política (1841). |
||||
![]() |
||||
|
O Santo Condestável - Alegações do Cardeal Diabo |
||||
|
Tradução:
(não aplicável) |
||||
|
Este texto reproduz uma conferência de Tomás
da Fonseca, proferida na Universidade Livre de
Coimbra, em 1932. |
||||
![]() |
||||
|
Na Cova dos Leões - Fátima | Cartas ao Cardeal Cerejeira |
||||
|
Tradução:
(não aplicável) |
||||
|
Este livro é porventura um dos mais emblemáticos
textos «subversivos» impressos em Portugal
durante o salazarismo. Foi escrito por um republicano
racionalista e livre-pensador abjurado
pela Igreja Católica e pelo regime autoritário e
«catolaico» do Estado Novo. Depois, a democracia
nascida da revolução de 25 de Abril de 1974
acabou também por o ostracizar. Estas serão, de
resto, razões suficientes para que alguns títulos
da sua prolífica obra logrem ser redescobertos e
reeditados pela Antígona numa altura em que se
aproxima o centenário da proclamação da Primeira
República em Portugal (1910-2010). |
||||
![]() |
||||
|
Os Cantos de Maldoror - Poesias I & II |
||||
|
Tradução:
Manuel de Freitas |
||||
|
Uma edição completa, que inclui uma novíssima tradução de Os Cantos de Maldoror, pela mão sensível do poeta Manuel de Freitas, e também as Poesias I e II. Compreende igualmente um pertinente prefácio de Silvina Rodrigues Lopes. |
||||
![]() |
||||
|
Sobre o Teatro de Marionetas e Outros Escritos |
||||
|
Tradução:
José Miranda Justo |
||||
|
Heinrich von Kleist (1777-1811) é um dos nomes maiores da literatura alemã do séc. XIX e o mais importante dramaturgo do Romantismo alemão, considerado o precursor do teatro moderno. Além disso, escreveu poemas, novelas, contos e ensaios, em que revela um génio único. |
||||